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Galeria de Projetos SEL

Ao longo de 20 anos, a SEL ajuda clientes de todo o país a vencerem desafios. Inicialmente comercializando equipamentos, a SEL Brasil cresceu e passou a oferecer engenharia e serviços. A prioridade é servir ao cliente, estabelecendo um relacionamento de longo prazo. O crescimento vem como uma consequência. Confira os principais projetos desenvolvidos pela SEL, com destaque para os cases inéditos no Interface: Fornecimento de PMUs para Furnas e projeto-piloto na Equatorial Energia.

Projeto em Andamento
Fornecimento de PMUs no Brasil
A SEL está entregando para Furnas Centrais Elétricas um fornecimento de Sistema de Medição Fasorial, composto de Unidades de Medição de Fasores (PMU) e Concentadores de Dados Fasoriais (PDC). Iniciado em 2018 e ainda em execução, o suprimento abrange 11 subestações de energia que vão dos setores de 345 kV à 765 kV em seis estados (SP, PR, RJ, MG, GO e DF). Várias PMUs já foram colocadas em funcionamento restando apenas 2 subestações que aguardam uma janela de oportunidade em virtude da disponibilidade de trabalhos na rede básica.
Com sincrofasores é possível visualizar em tempo real o sistema elétrico, estimar estados, identificar ilhamentos, além de antever a ocorrência de blecautes e falhas. O desenvolvimento do sistema foi feito na sede da SEL Brasil e posteriormente implementado nas subestações de Furnas. Também foram realizados testes para assegurar o funcionamento dos PDCs e testes em campo.

Subestação de Furnas

2019
Equatorial Energia Maranhão reduz tempos de atuação da proteção em projeto piloto em parceria com a SEL

A Equatorial Energia Maranhão desenvolveu um projeto- piloto na subestação Morros, em parceria com a SEL, para disponibilizar um disparo rápido de baixo custo aplicando a tecnologia dos transmissores de falta sem fio de alta velocidade.
O uso dos transmissores e receptores de falta SEL-FT50 e SEL-FR12 teve como objetivo reduzir os tempos de atuação da proteção em caso de falta na barra de 13.8 kV. Segundo Mauro Magalhães, da Engenharia de Aplicação e Suporte Técnico da SEL, o sistema protege equipamentos de grande importância para uma subestação de forma que uma única atuação já é suficiente para compensar o investimento. “Essa aplicação foi tão inovadora que estamos recebendo solicitação de mais informações sobre o projeto-piloto do mundo todo”.

Equipe da Equatorial em campo para instalação dos produtos SEL

Segundo Ronnie Santiago Loureiro, Executivo Corporativo de Automação da Equatorial Energia, em Morros, os quatro alimentadores ficavam na saída da subestação e não no pátio, o que acarretava um problema de comunicação. Os equipamentos de proteção dos alimentadores, religadores com comunicação serial, também eram de fabricantes diferentes. A empresa precisava diminuir o tempo de atuação da proteção da barra para melhorar a eficiência e a rapidez e não prejudicar o transformador. “Mas se isso fosse feito no padrão de outras subestações da Equatorial, seria preciso mudar todos os religadores e criar uma rede de comunicação via fibra óptica”.
Em vez de fazer a troca de todos os religadores, foram instalados os transmissores e receptores de falta SEL-FT50 e SEL-FR12. Não foi preciso alterar os equipamentos que estavam na subestação e que até o momento não apresentavam defeito. A solução reduz os tempos de operação da proteção numa barra de carga, abre e bloqueia, além de enviar a informação remotamente para o centro de controle. Se o tempo para extinção de falta é muito longo, isso acaba estressando o transformador e o barramento. O grupo tem planos de levar o sistema para outras concessionárias, em subestações que tenham operações críticas ligadas à coordenação da proteção. “A Equatorial tem hoje um parque de relés formado majoritariamente por relés da SEL, são mais de 3,3 mil, somente em subestações. Temos a mesma filosofia que a SEL numa parceria que já dura 14 anos”, disse Loureiro.

2018
Alta disponibilidade e segurança cibernética: o case do Banco do Brasil

O retrofit do sistema de proteção de média tensão de um dos data centers do Banco do Brasil foi feito pela SEL em 2018. O projeto abrangeu a troca de todos os relés de proteção e a implementação de novas funções como proteção contra arco elétrico, segurança cibernética e melhorias no sistema de comunicação. 
Situado na Instalação Central de Informática do Banco do Brasil (ICI II), em Brasília (DF), o data center processava, na época, dados de mais de 54 milhões de clientes. Dada sua importância, a instalação deve ter um índice de disponibilidade altíssimo, de no mínimo 99,982%. Isso quer dizer que, por ano, é permitido apenas uma hora e trinta e seis minutos de indisponibilidade.

Data Center modernizado pela SEL

2018
Itaipu e uma experiência inédita de implantação de SDN

A tecnologia de rede definida por software (SDN, Software Defined Networking) foi usada para modernizar parte dos esquemas de controle de emergência do setor de 50 Hz Paraguaio da Itaipu Binacional. O projeto permitiu conectar uma rede nova com outra já em operação sem que fossem necessárias ações lógicas na rede preexistente. A atuação dos switches SDN trouxe ainda avançada segurança cibernética, aliada a uma diminuição dos tempos de convergência de rede: de milissegundos para microssegundos. Segundo Pedro Garcia, engenheiro da Divisão de Engenharia Eletrônica e Sistemas de Controle da Itaipu, o principal objetivo era a interconexão. “Tínhamos muitas incertezas com as outras soluções. Com o SDN elas caíram por terra. É uma arquitetura bastante determinística”. As equipes da SEL e da Usina atuaram juntas do projeto até o sistema ser iniciado. “Quando se trabalha com uma tecnologia SDN, a rede tem que ser montada peça por peça, é diferente das outras que se reconfiguram automaticamente. É uma tecnologia nova também para a SEL. Tivemos um primeiro caso de uso no Brasil e Paraguai.”
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2014
Descarte de cargas automático na Petrobras

A Refinaria Henrique Laje (Revap) da Petrobras, em São José dos Campos (SP), recebeu em 2014 um sistema automático de descarte de cargas, o SEL powerMAX. O sistema tinha como objetivo garantir a operação da refinaria, evitando possíveis blecautes e levou dois anos para ser desenvolvido, período em que foram feitos estudos, desenvolvimento do projeto, testes e instalação. Anteriormente, o descarte de cargas era manual. Isso fazia com que o tempo de resposta não fosse suficientemente ágil, deixando o sistema elétrico da Revap suscetível a blecautes e instabilidade.
Com o SEL powerMAX, o sistema ganhou estabilidade, reduzindo efeitos na produção. O projeto compreendeu ainda controle de geração, sincronismo e detecção de ilhamentos. Sua confiabilidade é garantida através de dois esquemas de atuação redundantes. 
O esquema primário trabalha por contingências e rejeita cargas previamente definidas baseado no déficit de potência de geradores ou conexões de interligação da concessionária conforme uma lista de prioridades pré-definidas, e em cerca de 30 ms. Caso esse esquema não seja ativado, o sistema aciona o segundo, baseado em limites de subfrequência ou taxas de variação da frequência.
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Angola, África

2014
Proteção, controle e automação de Campinas para Angola

Em sua primeira exportação, a SEL Brasil foi responsável pelo projeto que contribuiu para a gestão adequada do sistema elétrico da usina Biocom (Companhia de Bioenergia de Angola) em outubro de 2014. Com o projeto assegurou-se que a energia elétrica chegaria à cidade de Cacuso com confiabilidade e segurança. O município a aproximadamente 400 quilômetros de Luanda, capital de Angola, enfrentava blecautes constantes, pois recebia energia somente da subestação de Capanda. Com o apoio da SEL, a Biocom reverteu esse quadro, interligando a companhia com o sistema de potência de Angola.
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2010
Retomada de fornecimento de horas para segundos, a experiência da Elektro

Finalizada em 2010, a modernização de 30 subestações elétricas da Elektro foi um longo projeto que trouxe grande visibilidade à SEL. Contemplando a aplicação da norma IEC 61850, teve início na subestação Guarujá 2, com a instalação de novas Interfaces Homem-Máquina (IHMs), modernização de todos os sistemas de controle, supervisão e aquisição de dados (SCADA), automação da subestação e substituição dos antigos painéis de relés de proteção eletromecânicos.  
Com o uso da norma IEC 61850, troca de mensagens Goose entre os IEDs, aliados a padronização de projetos e realização de testes prévios em laboratório, foi possível diminuir em 40% o tempo para comissionamento do sistema de proteção e automação das subestações. O projeto resultou também em uma redução aproximada de 50% do volume de cabos de cobre presentes no pátio das subestações. Com o projeto geraram-se ainda ganhos no tempo de eliminação de faltas, novas ferramentas de monitoramento preventivo das subestações, redução de intervenções presenciais para operação e manutenção do sistema e maior segurança visando a integridade dos funcionários, além da redução significativa dos tempos de interrupção do fornecimento de energia para os 17 mil consumidores da Elektro na região. Tempos de interrupção que oscilavam na ordem de 1 a 1,5 horas foram reduzidos para desligamentos de poucos segundos. Tudo isso, com a implantação de diversas lógicas de automatismos que foram configuradas dentro dos IEDs SEL, reduzindo o número de componentes adicionais instalados nos painéis (relés auxiliares, biestáveis, etc.).

2006
Ibiúna: case inicial de venda de soluções pela SEL
  
Em 2006, a SEL forneceu a solução para proteção de filtros de harmônicos da subestação de Ibiúna, de Furnas Centrais Elétricas. No ano em que o projeto foi executado, a SEL Brasil ainda não tinha uma área de Engenharia e Serviços, mas auxiliou na implantação do sistema. Era um projeto inovador que iniciava a venda de sistemas mais complexos pela empresa. Parte do parque gerador de Furnas, a subestação de Ibiúna é uma das maiores conversoras de corrente contínua em alta tensão do mundo. 
A equipe técnica de Furnas desenvolveu uma especificação inovadora para a época, sendo necessário buscar uma empresa parceira que estivesse disposta a investir recursos em uma solução ainda não disponível no mercado. Junto com Furnas, a SEL realizou a modelagem da proteção térmica dos reatores dando apoio à concessionária. Uma inovação no mercado, o projeto abrangeu ainda, no período de testes de fábrica, uma atividade até então inédita para Furnas: o levantamento das curvas de sobrecarga térmica dos reatores.

 

Fonte: Interface ed.50